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Exposições & Feiras

O visitante/espectador será conduzido por um percurso de experiências artísticas, construídas especificamente para cada local, que se relacionam com a narrativa deste espetáculo híbrido.

A experiência, no seu todo, posiciona-se entre a performance e a exposição, sendo pautada por uma lógica de sinestesia, interatividade digital e analógica e fruição artística.

Sinopse

“A maior parte do que sabemos sobre as mulheres do passado foi primeiro contada pelos homens”, resume a filósofa Marcia Tiburi. A cultura grega, berço da civilização europeia, soube imaginar mulheres poderosas, que transcendem as expectativas, mas estas correspondem, apesar de tudo, ao cumprimento de competências bastante normativas. Quando não se reduzem à esfera afetiva, doméstica ou familiar, exprimem-se ou agem politicamente em favor ou em defesa das figuras masculinas que as rodeiam, exibindo (apropriadamente) virtudes como a cautela, a paciência e a sabedoria maternal. No caso de mulheres não normativas — não cooperantes, não femininas, que invadem o território do poder através do discurso — estas são excecionais, mas monstruosas, por isso, destinatárias de todo o tipo de violência estrutural e simbólica. Veja-se o caso de Clitemnestra ou de Medeia.

Uma sucessão de regimes aceitou historicamente a desigualdade entre os sexos e a subtração do feminino como seu fundamento. O poder enquanto possibilidade é o que, antes de mais, define aos nossos olhos de hoje a cidadania democrática. Pode assumir a forma legal, tradicional ou carismática, ser exercido pela força, pela dominação ou pela manipulação, mas é efetivo. Já o estatuto decorre da perceção, que pode ser sistematizada numa hierarquia de valores, é simbólico.

Justificada a ausência das mulheres de ambas estas esferas através argumentação filosófica dos teóricos gregos, primeiro pela deliberação de instabilidade cognitiva e depois pela de inconstância moral, foram, pois, os homens os cidadãos dotados de características dignas da definição, acesso e uso do poder: a elaboração das leis, participação ativa nos assuntos públicos, a administração dos assuntos privados, a governação. Compreender os mecanismos de manutenção da desigualdade de género é também procurar compreender a inversão radical de valores, que é tão recente na nossa cultura moderna, e que sustenta hoje o modelo democrático da vida social.

No entanto, a longa ausência das mulheres das instâncias de decisão política, que faz parte da história do mundo, não poderia existir sem as suas contradições, ou seja, sem as suas honrosas exceções. Em Arouca, entre o século XIII e o século XVIII, as monjas cistercienses transformaram o mosteiro numa espécie de corte na província, lugar de prestígio, autoridade, riqueza e estatuto no feminino.

O interesse régio, cujo poder passava pelo controlo dos principais mosteiros e sedes episcopais, como é o mosteiro de D. Mafalda — filha e neta de monarcas, convém lembrar, mas nunca monja e nunca santa — deu palco à afirmação e à ascensão de algumas das mais importantes famílias nobres medievais do Norte e Centro de Portugal, através das suas figuras femininas religiosas e seculares. A ingressão no disputado Mosteiro de Arouca permitiu a estas mulheres conservar o domínio do próprio corpo, a manutenção de criadas pessoais e a gestão total do seu património, dignificando-as socialmente e aumentando politicamente o poder e estatuto do sobrenome que traziam. A proteção do Rei e a presença destas mulheres na comunidade monacal, por seu turno, garantia à instituição contínuas e avultadas doações, um quotidiano faustoso e pouco dado às restrições que seriam expectáveis no contexto de clausura, uma voz participativa nos destinos políticos do Reino. Na literatura portuguesa, desde as cantigas de amigo de Afonso Lopes de Baião até aos romances de Camilo Castelo Branco, o Mosteiro de Arouca surge como um excecional e inusitado centro de poder, que tem por base uma teia de relações de parentesco — irmãs, filhas, tias, primas, afilhadas e mães — e grande engenho político. A argúcia e o pensamento estratégico, não estavam, afinal, reservados às vingativas ou cruéis deusas da mitologia grega. Nem aos homens vulgares.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00 – 24h00
  • Sexta-feira, sábado e domingo: 10h00 – 24h00

Regoufe é uma aldeia localizada no extremo sudeste do concelho de Arouca, pertencente à União de Freguesias de Covêlo de Paivó e Janarde.

Até 1917 pertenceu ao distrito de Viseu, data em que foi anexada ao concelho de Arouca.

Em plena Serra da Arada, foi construída no sopé de um maciço granítico imponente, junto a um vale atravessado por ribeiras, onde se estendem os campos agrícolas.

Ainda que historicamente conhecida pelo seu passado mineiro, as estratégias de subsistência de Regoufe sempre assentaram na agricultura e na criação de gado.

Contudo, viver nesta serra significava enfrentar estações rigorosas, solos pobres, trabalho intenso e isolamento.

Por isso, os habitantes, herdeiros das antigas Casas do Alfaiate, da Carreira, das Eiras, da Eira Velha, do Gregório, do Mário, do Martins, do Pardieiro, da Portela, do Quinteiro, do Rabelo, do Rego, do Ribeiro, do Saibro, do Sapateiro, da Venda e do Vicente, adaptaram o seu modo de vida à paisagem, criando práticas e ciclos transmitidos por gerações.

Entre essas práticas, a cultura do centeio era essencial. Semeado em solos pobres, providenciava grão para alimentação e palha para o gado, construção, fertilização e usos domésticos.

Hoje, o despovoamento e o envelhecimento ameaçam esta prática.

Esta exposição conta parte da história de Regoufe, uma aldeia que, apesar das mudanças, insiste em preservar saberes herdados do passado, assentes na entreajuda comunitária e no aproveitamento integral dos recursos, valores que assumem hoje uma renovada importância.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00 – 24h00
  • Sexta-feira, sábado e domingo: 10h00 – 24h00

 

O Grupo Cantadeiras de Cabreiros é uma associação fundada em 1980, na freguesia de Cabreiros, no concelho de Arouca, constituído exclusivamente por um grupo de mulheres.

É um grupo vocal feminino que canta a três vozes reais: “baixo”, “raso” e “alto”. Estes cantares são conhecidos por “cantas” ou “modas”.

Estas cantadeiras dão voz às tradições, com um repertório predominantemente modal, que é um legado da sociedade agrária tradicional, genuíno de Cabreiros.

As letras e as canções relatam e acompanham o trabalho e as lides do campo, eminentemente feminino, mas também o trabalho mineiro, fruto da vivência da exploração do volfrâmio em Cabreiros e em Rio de Frades.

Esta exposição tem como objetivo mostrar a vivacidade e autenticidade das tradições locais, ainda presentes no quotidiano destas mulheres agricultoras e prestar-lhes homenagem pelo trabalho que desenvolvem, enquanto grupo de cantadeiras, na divulgação e preservação deste relevante património imaterial.

Estas senhoras, desde a sua meninice e juventude, dedicaram toda a sua vida à agricultura e ajudaram nas lides das suas casas, enquanto os seus progenitores trabalhavam nas Minas de Cabreiros e Rio de Frades, na exploração do Volfrâmio. Constituem, por isso, o retrato da mulher agricultora e doméstica, cujo papel social é de importância vital.

As fotografias expostas pretendem representar a história da aldeia e das suas gentes, onde o passado e o presente se misturam e onde a história e a memória se cruzam, permanecendo como legado para as gerações vindouras.

Mostra das principais empresas arouquenses dos mais diversos setores de atividade, da indústria ao comércio, passando pelo turismo, hotelaria, entre outras. Este ano, a realidade virtual assume especial protagonismo, com experiências imersivas em vídeo 360, incluindo a possibilidade de viver, de forma virtual, a travessia da 516 Arouca – Ponte Suspensa. Estará também em destaque o Bairro Comercial Digital de Arouca e ao CI3 – Centro de Incubação e Inovação Industrial de Arouca.

Um espaço para conhecer, experimentar, participar e celebrar o que Arouca tem de melhor: as suas pessoas, os seus negócios e a sua capacidade de inovar.

Uma organização da Câmara Municipal de Arouca em parceria com a AECA – Associação Empresarial de Cambra e Arouca.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-24h00
  • Sexta-feira e sábado: 10h00-24h00
  • Domingo: 10h00-23h00

Expositores

  • 8&80
  • AFP5
  • Almerindo Brandão Rocha
  • Aroucaterapias
  • Artefita
  • Ás de Copos
  • Bravia 3D
  • Café Delta
  • Caixiantunes
  • Carocha e Padaria da Vila
  • Central Suites
  • Chatron
  • Churrascaria Central
  • CI3 – Centro de Incubação e Inovação Industrial de Arouca:
    • Anjos e Brum
    • Dimengy
    • DIVS
    • Helpdesk Publicinfo
    • Hephaesnus
    • Luis Portugal
    • Magda Duarte
    • Nextherapeutics
    • Nutrition For Happiness
    • Spinner Dynamics
    • Tailor
    • Tecfusion
    • Think This
    • WSCM
  • Discurso Directo
  • Farcimar
  • Florisnatura
  • Gonçalves Interiores e Marcenaria Gonçalves
  • Headgy Helmets
  • Just Come
  • Katita – By Fernanda Teixeira
  • Licor Amélia
  • Livraria Camões
  • Lúcia Seabra
  • Magia da Fruta
  • Magic School
  • MS Collection
  • NaTour Way
  • NaturÁguas
  • Noites Brancas
  • Novares
  • Perfinox e Cambrasistem
  • Pinho & Timóteo
  • Quintãs Equestrian Center
  • Reizinho
  • Rubi Lar
  • Saideira
  • Saturn Serenity
  • Serranas – Adélia Dias
  • Talho Arouquês
  • Tecnobento
  • Valinox
  • VMC

Programa

24 de Setembro (quinta-feira)

14h00 às 16h00 – Visitas das Escolas
Experiências Realidade Virtual – Vídeo 360 e Ponte 516 – Videobooth 360º

17h00 às 18h00 – Abertura ao público
Apresentação do Vídeo 360 – Experiência Realidade Virtual e Ponte 516 – Videobooth 360º

Leandro Gomes | Saxofone
Leandro Gomes é saxofonista, reconhecido pela expressividade e sensibilidade musical que imprime a cada performance. O seu repertório versátil permite-lhe adaptar-se a diferentes contextos, criando ambientes sonoros que valorizam a experiência de cada evento.

18h00 às 20h00 – Momento Nutrition For Happinness – 6.º Aniversário
Apresentação APP “My Nutri Local”

DJ Nuno Rocha

20h00 às 21h00 – Momento Ci3 Talks: pensar desafios atuais e futuros

21h00 às 22h00 – Hélder Brandão Antunes – originais solo piano e piano/voz
Hélder é um criador artístico multidisciplinar com experiência em teatro, música e cinema. Desenvolve projetos originais desde a conceção até à apresentação pública

25 de Setembro (sexta-feira)

10h00 às 24h00 – Experiências Realidade Virtual – Vídeo 360 e Ponte 516 – Videobooth 360º

10h00 às 17h00 – Visitas das Escolas

14h30 às 16h00 – Conferência “Indústria 5.0 – Tecnologia, pessoas e competitividade regional” – AECA

16h00 às 18h00 – Momento gastronomia local – Catering Arouquês – Talho Arouquês

18h00 às 20h00 – Cocktail Licor Amélia
DJ Nuno Rocha

21h00 às 22h00 – Apresentação de dança LIT | LIGHT IN TRANSITION, com curadoria de Pedro Vila Verde Stand up Comedy

A LIT nasce com a missão de ser um polo cultural ativo na comunidade, com sede na Sala de Artes da Junta de Freguesia de Urrô. Um espaço onde a dança se cruza com a educação artística, o desporto e a expressão pessoal. Mais do que transmitir técnica, procura despertar a sensibilidade artística e a criatividade, usando a dança como linguagem central, em diálogo com outras formas de arte.

Pensada e sonhada durante muito tempo, a LIT ganhou forma em novembro de 2025. Desde então, cresce através de cada aula, cada ensaio e cada palco, sobretudo através dos bailarinos que dão vida ao projeto e transportam consigo a luz que está na essência da LIT — LIGHT IN TRANSITION.

22h00 às 23h00 – DJ Aviers

26 de Setembro (sábado)

10h00 às 24h00 – Experiências Realidade Virtual – Vídeo 360 e Ponte 516 – Videobooth 360º

15h00 às 16h00 – Marketing Digital em contexto empresarial Orador: António Lopes | Think This

16h00 às 17h00 – Momento gastronomia local – Churrascaria Central em parceria com a empresa Almerindo Brandão Rocha

17h00 às 19h00 – Sunset Licor Saideira

17h00 às 18h00 – Dani Ela
Daniela Almeida, conhecida artisticamente como Dani Ela, é uma cantora e compositora arouquense. A sua atuação acústica combina o pop e o folk, com versões de clássicos e temas originais, num ambiente intimista e envolvente.

18h00 às 20h00 – DJ Nuno Rocha

21h00 Às 23h00 – DJ João Pinho

27 de Setembro (domingo)

10h00 às 23h00 – Abertura Exposição, Networking, Animação
Experiências Realidade Virtual – Vídeo 360 e Ponte 516 – Videobooth 360º

10h00 às 12h00 – Momento Relax Arouca Terapias

16h00 às 18h00 – Workshop “IA na sua empresa: por onde começar, quanto custa e o que a lei já exige”
Responsável | Empresa Anjos e Brum

Mariana Soares | Momento de arte com pintura ao vivo acompanhada por Leandro Gomes ao Saxofone
Mariana Soares, artista visual de 19 anos, tem como suas grandes paixões a fotografia, videografia e pintura. Fez o seu percurso a seguir Artes no secundário e estuda atualmente no Porto Cinema e Audiovisual. O seu estilo envolve bastantes cores vivas, que dançam entre si, sempre com foco no detalhe e gosto por uma estética elegante e sensual.

18h00 às 20h00 – Sunset Noites Brancas – DJ Nuno Rocha

21h00 às 23h00 – Encerramento – DJ Nuno Rocha

Os melhores exemplares de gado arouquês e outros animais em exposição.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-23h00
  • Sexta-feira e sábado: 10h00-23h00
  • Domingo: 10h00-21h00

Exposição de tratores e outras máquinas e alfaias agrícolas.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-24h00
  • Sexta-feira, sábado e domingo: 10h00-24h00

Algumas das mais relevantes associações locais na área do turismo, floresta e agricultura e outras entidades.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-24h00
  • Sexta-feira: 17h00-24h00
  • Sábado: 10h00-24h00
  • Domingo: 10h00-23h00

Expositores

  • AGA – Associação Geoparque Arouca
  • Arouca Agrícola
  • Associação de Agricultores do Concelho de Arouca
  • Associação Florestal Entre Douro e Vouga
  • Cooperativa Agrícola de Arouca
  • Futebol Clube de Arouca

A mestria das artes e ofícios tradicionais pelas mãos habilidosas dos artesãos locais. Peças em ardósia, linho, granito, entre outras.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-24h00
  • Sexta-feira: 17h00-24h00
  • Sábado: 10h00-24h00
  • Domingo: 10h00-23h00

Expositores

  • AICIA
  • Além do Arco-Íris
  • Amiguarte
  • Ana América
  • Art&Linhas
  • Artesão Tino
  • Associação A4
  • Associação de Bordadeiras
  • Ateliê de Cestaria e Tecelagem
  • Brilho Real
  • Capim Dourado
  • Casa do Povo de Alvarenga
  • Centro Social e Cultural de Fermedo Escariz e Mato
  • Centro Social e Paroquial do Burgo
  • Centro Social Sta. Cristina de Mansores
  • Cestaria de Real
  • Cidália Trindade
  • Cloarte Pombal
  • Conceição Messias
  • Criativa(Mente)
  • De’Mão
  • Dobalinho
  • Elis Nature
  • Elisarte
  • Elsa Fortes
  • Épique – Tábuas Feitos D’Arte
  • Graçarte
  • Handlove
  • Histórias-a-4-Mãos
  • José Humberto
  • Limonete
  • Madeirinhhas Rocha
  • Maria do Carmo
  • Marinheiro
  • Mestremetálico
  • Nó
  • Nuli Semijoias e personalisados
  • Oficina do Chousa
  • Osvaldo OSR – Arte em Madeira Patronato
  • Paula Gomes
  • Pequenos encantos
  • Prose.diy-Artesanato
  • Retrosaria das Marias
  • Rise By Paula Ferreira
  • Sandra Sousa Artesã
  • Santa Casa da Misericórdia de Arouca
  • Serranas | António Almeida Sol – Patchwork
  • Tecelagem Lusitânia
  • Tecer Tradições
  • Vila Nova de Famalicão
  • Workshop Participativo

Tempo de colheitas. Tempo de fartura. Os frutos maduros da terra para venda. Produtos frescos, genuínos e de qualidade.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-24h00
  • Sexta-feira: 17h00-24h00
  • Sábado: 10h00-24h00
  • Domingo: 10h00-23h00

O melhor que se produz na região, dos enchidos ao pão-de-ló, sem esquecer o mel, o vinho e outros produtos regionais.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-24h00
  • Sexta-feira: 17h00-24h00
  • Sábado: 10h00-24h00
  • Domingo: 10h00-23h00

Expositores

  • Amélia
  • Api Azevedo
  • Apisfreita Arouca
  • Arouca Mel
  • Barcas de Mansores
  • Boroas & Companhia
  • Casa da Fraga
  • Casa de Reimão
  • Casa do Pão de Ló de Arouca – A. Teixeira Pinto
  • Casa do Pão de Ló de Arouca – Alberto Teixeira Pinto & Filhos
  • Doces Conventuais de Arouca – Jorge Bastos
  • Doces e Compotas da Leonor
  • Licores Terras de Arouca
  • Manuel da Silva Bastos – Doces Conventuais de Arouca
  • Mel D’Abelheira
  • Mirtilo Bio C. A.
  • Pinguça
  • Quinta Corgo D’Água
  • Quinta da Fonte do Souto
  • Quinta D’Alagoa
  • Quinta de S. Lourenço
  • Semente de Futuro
  • Tuta Catos

Deixe-se tentar por produtos de outros tempos.

Horários

  • Quinta-feira: 16h00-24h00
  • Sexta-feira: 17h00-24h00
  • Sábado: 10h00-24h00
  • Domingo: 10h00-23h00
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